Espirais Ascendentes
O tempo é linear apenas por uma convenção civilizada de que as coisas devem caminhar para frente. Na verdade, tudo acontece em ciclos, mas em espirais ascendentes. Repetimos os mesmos erros de tempos em tempos, sentimos falta das mesmas coisas, com algumas variantes derivadas da maturidade – ou experiência. Se você é um observador de si próprio há algum tempo, percebe esses movimentos… e é interessante como conseguimos ser, ao mesmo tempo, óbvios e imprevisíveis.
E daí?
Até pouco, mas muito pouco tempo atrás, coisa de uns 5 anos, todo esse mundo era diferente. Ou será que eu não fazia parte desse mundo. Sim, porque quando você não trabalha, você não faz parte do mundo. Você não vive. Você simplesmente não é ninguém. Desde quando trabalho virou identidade? Não quero filosofar sem propósito, mas porque tudo tem que ter um propósito, por que tem que ser tão cartesiano? Ganhar dinheiro, produzir para viabilizar os recursos para produzir os avanços, que avançam cada vez mais e nos tornam cada vez mais também: mais angustiados, mais deprimidos, mais conectados, mais solitários, mais dependentes de ferramentas externas, mais distantes de quem somos (quem somos?), mais inseguros – mais fatalistas!
E o otimismo. Há cinco anos eu acreditava que bastaria entrar no mercado de trabalho para jamais sair dele. Há cinco anos eu topava qualquer negócio, achava (coitada da ingênua) que as empresas queriam fazer o bem para a sociedade – na verdade, achava que o bem era uma consequência da própria existência da atividade produtiva. Bem, enfim, é. O bem e o mal. Como tudo nessa vida. Até porque não temos alternativas – temos? – de subsistir. Não digo fazer parte da sociedade de consumo – isso nem deve ser levado em consideração. Se quero consumir tenho que entrar nesse jogo. Mas seria importante definir um mínimo necessário para uma vida boa. E, a partir daí, que a ambição de cada um nos levasse adiante.
Direitos básicos do Ser Humano: Comer, Morar, Aprender, Comunicar, Contemplar
Todos deveriam aprender a plantar, a colher. E receber um pedacinho de terra vazio ao completar 18 anos. Tipo ‘FarmVille’ do facebook. E, a partir daí utilizar seus próprios recursos para viver e conquistar. Não seria permitido acumulação ou transferência de bens. Morreu alguém, volta para a ‘Banca’ para a redistribuição aos próximos. Você pode acumular no tempo de uma vida. Depois retorna à banca para financiar os que iniciam. Não é justo que a morte de uns leve a oportunidade do início da vida de outros – ou que já dê uma vantagem enorme na largada dos descendentes abastados…
Besteira, eu sei, eu sei… grande besteira.
Mas deve haver uma maneira mais justa, menos competitiva de se viver a vida. Nos orgulhamos tanto de sermos animais superiores e nosso sistema de sobrevivencia é uma réplica complexa do funcionamento da Natureza. Se formos realmente superiores, arrumaremos uma saída onde a vida não seja injusta para ninguém. Mas estamos cada vez mais ocupados em garantir nosso próprio sustento, nosso próprio acesso às inovações, às novidades da vida moderna. Queremos mais, mais e mais para nós mesmos e nos tornamos cada vez mais cegos em relação ao outro. Conscientes disso, mas mais insensíveis.
Aí, rechaçamos a ‘violência’: esses ‘caras’ são as pessoas que estão conquistando seu espaço FORA do sistema de regras, já que não encontraram espaço para ele. E quanto mais nosso sistema de regra for excludente, mais ‘violência’ teremos e mais difícil será nos mantermos dentro dele. Será gradativo e é apenas uma questão de tempo até que a ‘violência’ se torne regra novamente – como antes de termos chegado ‘até aqui’. Cada um deveria ter espaço para construir seu micro empreendimento de dimensões familiares e alcance local. O domínio global serviu para que conseguíssemos enxergar que o mundo todo sofre as mesmas consequências. Quem está dentro do jogo acha que o jogo pode funcionar para todo mundo e alguém que diz o que eu digo agora é considerado um idiota. Eu estou dentro do jogo. Mas não estou feliz com a forma que o jogo é jogado. Não é natural para mim que ‘ah, sim, não dá para incluir a todos’. Tem que dar. OU todo mundo é feliz ou ninguém pode ser feliz.
Para que aumentar a expectativa de vida se não temos como sustentar essa vida longa? OU se não é possível usufruir dessa vida longa com qualidade. Mais uma vez: interferimos na natureza e recriamos as regras, alterando as leis fundamentais do equilíbrio da própria manutenção da vida. Queremos vencer a morte, como espécie, e superar as forças da Natureza com tecnologia, mas nesse novo contexto não serão mais necessárias tantas pessoas. Nesse novo modelo de vida que estamos criando, os que possuem as melhores condições de se replicar são aqueles que estão DENTRO DO JOGO, só que esses se replicam menos do que quem está FORA DO JOGO. E aí? O que esperar disso tudo? Mais violência, menos oportunidades…
Foda-se, não é mesmo? Vamos ver no que dá…
Tenho que voltar para o meu jogo.
Meu Perfil
Seu Maior Talento: Aprendiz
Este Talento adora aprender. Quase todos os assuntos o interessam. O que mais lhe agrada neste processo é conhecer o novo em profundidade. É emocionante cada descoberta feita não importa o resultado final nem o que vai fazer com ele. Sua energização vai crescendo na medida em que trilha o caminho que o conduz da ignorância à competência. Sua curiosidade o leva a engajar-se nos mais variados tipos de aprendizados que para outros não fazem o menor sentido. Da arte ao técnico tudo o fascina. Esta postura de aprendiz coloca leveza na sua vida porque tira a exigência da perfeição para quem está em processo. Necessariamente ele não precisa se tornar um profissional no assunto nem tão pouco é a titularidade que o motiva. É esta excitação que torna mais significante o próprio processo do aprendizado que lhe faz dedicar-se até chegar na reta final cheio de prazer.
Como se comunica?
Pode-se dizer que sociabilidade é a marca mais forte do perfil de Mariana Castori. Sua habilidade para se comunicar com todos os tipos de pessoas é plenamente reconhecida em qualquer ambiente em que esteja. Mariana Castori consegue criar uma atmosfera tão agradável a seu redor, que as pessoas têm prazer em se aproximar dela. Entusiasmo não lhe falta para realçar seu poder de persuasão e transmite confiança quando declara alguma coisa.
Como Mariana Castori não gosta de criar conflito ou assumir uma atitude de confrontação em situações mais tensas, é possível que exagere um pouco na sua extroversão, enfatizando os aspectos de interação pessoal e deixando de lado considerações mais objetivas.
Será que me tornei uma delas?
Ai, meu deus. Acho que ainda acredito – de uma forma diferente – mas acredito que a gente possa mudar as coisas.
Me orgulho de mim hoje, e de como pensava e acho que o eu do passado se orgulharia de mim hoje, se pudesse me conhecer.
A mediocridade é FODA! Preferiria tirar um monte de zeros nas provas do que uma sequência interminável de 8´s.. Alguns 9´s. Nada a mais, nada a menos.
Mudando de Assunto: será que é normal essa minha convicção de que o mundo não é tão horrível?
Parece que, depois de cada aula de Sistemas, eu deveria me sentir deprimida com as mazelas do mundo capitalista, me conformar com a merda toda e ficar na Universidade discutindo os problemas ao invés de tentar ser ativa no processo de mudança. Parece que a Universidade é um local onde ensinam as pessoas com potenciais para “melhorar o mundo” a serem passivas e a esperarem somente do governo e das autoridades planos que resolvam o problema da miséria Global. Enquanto as pessoas se fodem a gente fica discutindo teoria numa sala com ar condicionado e um professor hipócrita, passivo e fatalista. Parece que somos formados para alimentar a própria destruição da raça humana. Como se fôssemos incapazes de realizar algo que possa, efetivamente, melhorar as condições das pessoas e do ambiente no qual a gente vive. Nem que seja ao menos à nossa volta; é um começo. Se eu perder as esperanças de que eu posso contribuir para “melhorar o mundo”, de que vale viver?
Os fatalistas são pessoas preguiçosas, que não têm vontade de mudar nada. Ficam sentados, teorizando enquanto existem pessoas fazendo. Só abrem os olhos para as estatísticas e não olham a sua volta, procurando algo que possam fazer. Não acreditam em mudança. “Ficam sentados com a boca arreganhada, cheia de dentes, esperando a morte chegar…” E ainda acreditam ter razão!!!
Se metade dessas pessoas morressem o mundo já seria um lugar melhor.
Eu não quero um corpo inteiro
Nossa, queria eu poder resgatar a inocência e a sinceridade da minha alma que me permitia liberar com tanta fluidez meus sentimentos. É, acho que amadureci um bocado de lá para cá. Que pena…
EU NÃO QUERO UM CORPO INTEIRO
(por eu mesma)
Eu quero poucas palavras,
poucos olhares,
poucas demonstrações de amor.
Pois tudo o que é verdadeiro não demanda quantidade.
Eu quero a verdade centrada num sorriso,
numa frase,
num telefonema.
Numa carta,
num objeto,
numa flor.
Não, a verdade não demanda romantismo
mas tão somente simplicidade.
A verdade é uma vontade que jamais se acaba,
é um desejo do humano,
um impulso do coração.
Um amigo,
um namorado,
um pai ou uma mãe.
Um cachorro,
um girassol,
uma praia,
uma viagem.
Tudo o que toca lá dentro,
tão fundo que nem você pode exprimir.
São pedaços,
migalhas,
células,
partes de um todo.
E aquele que diz:
-Quero tudo!
Não deseja a verdade
mas sim alguma coisa que desperte a estabilidade,
deseja uma ilusão.
Não, Não, Não…
Eu preciso de mais que um corpo inteiro,
eu preciso de todos os corpos,
nem que sejam em partes,
esquartejados pela necessidade da distância,
separados pela saudade.
Eu não quero um corpo inteiro,
eu quero átomos de sinceridade.
O primeiro esporro a gente nunca esquece
Estava relendo meu velho velho blog e me deparei com o relato do meu primeiro esporro profissional: o mais criativo de todos, proferido pelo meu primeiro chefe, o querido jornalista Milton Coelho da Graça.
–
Chego em casa eis que dou de cara com o seguinte email do meu chefe.
Avisar que ele tem 72 anos é muito relevante, até mesmo para exlicar que ele está de fato ficando maluco já que eu fiz exatamente o que ele mandou e ele provavelmente se esqueceu do que me pediu para fazer…
Mas ele não deixa de ser hilário. Ainda bem que eu tenho muita paciência e gosto muito dele.
“Bem, passei estes dias todos sem te falar porque quis deixar passar meu emputecimento (que tal o neologismo?) Você gosta de esportes coletivos – futebol, american football, basquete, vôlei? Numa equipe cada um desempenha um papel e, quando o jogo começa, um volante no futebol ou um running back no football não pode resolver mudar de posição porque ACHA que pode render mais jogando de outro jeito. Ele tem todo o direito de achar o que quiser, mas deve dizer isso ANTES de entrar em campo. Morou na parábola? Eu tinha prazo para entregar a matéria, expliquei o que queria. Você talvez estivesse certa na alternativa que propôs,
mas não havia tempo para debate. Tratei eu mesmo de escrever do jeito que tinha imaginado.
Quero conversar sobre isso antes de prosseguir nossa relação profissional.
A propósito, você ainda está interessada ou está atulhada de tabalho? Vou também telefonar e aí poderemos até combinar uma torta diet meio a meio. Mas resolvi enviar antes meus pensamentos através do medium mais moderninho (para você não achar que estou muito ultrapassado).
Beijo, milton”
Neverland
Eu não quero crescer. Não mesmo. Esse é meu problema. E minha alegria!
Prazer em primeiro lugar. E culpa em segundo. É claro. Quando penso que sou uma mulher prestes a fazer 29 anos, num relacionamento de 8 anos, sem planos de casar ou ter filhos, bate aquela culpa. Quando penso que sou uma mulher de quase 30 anos que não possui um centavo na poupança ou investimentos, que não tem um plano consolidado para comprar a própria moradia, é claro que bate aquela culpa. O que passa pela minha cabeça é montar um apartamento só para mim, próximo ao meu trabalho, onde eu possa ter meu espaço e não precise mais encarar o longo trajeto diário entre Rio e Niterói, na casa dos meus pais. Sim, eu moro com eles e é ÓTIMO. Eu amo o cesto mágico, amo dividir meus pensamentos com eles, amo conviver com minha família, os almoços de fim de semana, de me sentir amada e segura sempre. Às vezes sinto falta de um pouco de solidão, mas nada grave. EU ADORO MORAR AQUI, adoro olhar a vista MA-RA-VI-LHO-SA da Baía de Guanabara que tenho do meu quarto, toda manhã, quando acordo.
É claro que tenho meus planos de futuro, mas eles envolvem mais estudos e viagens e, em consequência disso, mais diversão: um mestrado em comunicação, ou concluir a graduação em jornalismo ou cursar a pós em arquitetura da informação da PUC-Rio; envolvem também novos planos para as férias: Milford Track, na Nova Zelândia, Costa Amalfitana, no sul da Itália ou Nova Iorque. Envolvem também planejamento da minha super festa de comemoração dos meus 30 anos, em 2010.
Tenho meu trabalho, no qual sou bem feliz. Claro que essa satisfação é oscilante, assim como meu humor - às vezes estou motivada e eufórica com algum novo projeto, às vezes estou de saco cheio, querendo mandar tudo e todos às favas. Mas eu amo meu trabalho. Lá eu me divirto. Me envolvo emocionalmente com as tarefas. Sinto, porém, que me faltam oportunidades de crescimento, mas não por conta da empresa – mas porque sou como sou: um pouco instável. Ao mesmo tempo em que tenho certeza de que não há funcionária mais comprometida com o ponto de vista da companhia, essa mesma intensidade acaba me atrapalhando nos momentos em que preciso ser fria e profissional, apenas. Cumprir protocolos, ordens e rotinas que considero estúpidas não é comigo. Mas isso é um reflexo da minha imaturidade.
Minha imaturidade me incomoda. Na verdade, não é a imaturidade em si, mas a culpa por não sentir vontade de ser diferente do que sou que me deixa angustiada. Cada vez que faço um plano de diversão ou estudo me sinto culpada por não estar pensando em aproveitar a oportunidade de economias para comprar um apartamento. Ao mesmo tempo, tenho a impressão que se investisse meu tempo e minha energia em conquistar as coisas consideradas maduras, não seria tão feliz ou tão livre quanto sou quando VIVO meus momentos. Mas talvez ficasse feliz também. Não sei se quero comprometer minha vida com compromissos de longo prazo.
Já fui casada por 3 anos – tive minha casa, dividi esse espaço e as contas num AP muito charmoso na Urca, de onde também tinha uma bela vista do meu quarto e estava há 15 minutos do meu trabalho. Administrei essa situação SUPER bem, não entrei no LIS sequer uma vez, ainda conseguimos ir para a Califórnia de férias, tínhamos dois gatos, TV a cabo, internet, comíamos boa comida e… FOI UM SACO! Não me arrependo, mas também não considero esse um ideal de vida. Gostaria que fosse o meu ideal, mas não é. Talvez tivesse sido se eu não precisasse cuidar da casa eu mesma. Talvez uma empregada 3x por semana tivesse me deixado menos traumatizada. Mas, de qualquer forma, não dá para eu ter tudo isso SOZINHA. Minha renda ainda não comporta tudo que eu considero importante para ter uma vida BOA. E não estou disposta a baixar meu padrão de vida apenas para provar que posso ser madura. Eu posso ser. Mas não quero. Não ganhando o que ganho…
Quero morar SOZINHA, quando eu puder bancar SOZINHA um AP confortável, bem mobiliado, com todos os gadgets modernos que eu aprecio, com empregada 2X por semana, podendo sair com meus amigos e comer bem, comprar roupas com moderação e poder fazer uma BOA VIAGEM de férias a cada 2 anos e estudar, sempre.
Para isso preciso ganhar o dobro do que ganho hoje. Então, até lá, vou batalhar para viabilizar esse plano. Enquanto isso vou me divertindo e trabalhando para chegar lá. E me sentindo culpada por não estar lá ainda, em cada cerimônia de casamento em que compareço.
Oh, vida… MARAVILHOSA!
Vendo Asics Gel Kayano 15 nº37 – Feminino
Olá amigos. Coloquei o belíssimo par de tênis Asics Gel Kayano 15, nº37 (nunca utilizado) no Mercado Livre.
À vista, custa R$400,00. Lá no Mercado Livre eles fazem por até 12x de R$42,00.
Como é lançamento aqui, no Brasil ele está saindo nas LOJAS por no mínimo 500 reais. Então tá mesmo um bom negócio.
Repasse para os amigos. Eu preciso muito vende-lo, o mais rápido possível.
Isso aconteceu porque eu pedi ao Elton para trazer dos EUA mês passado um par de tênis novo para eu correr, só que ele comprou um número menor do que eu pedi.
Não tem condição de correr com um tênis apertado… logo, essa maravilha de pisante nunca foi – nem será – utilizado – a não ser que alguém compre.
Conto com a ajuda e divulgação de vocês – porque eu vou ter que pagá-lo mesmo assim no final do mês e ainda terei que comprar outro aqui no Brasil com o número certo.
Momento de projeção da vontade – energização marciana!
Marte na casa 1
Nestes próximos dias, que vão de 02/07 às 9h07 e 13/08 às 11h40, Mariana, o planeta Marte estará passando pelo seu signo ascendente, marcando o seu setor da identidade. Este é um momento muito especial, que só acontece de dois em dois anos. Uma vez que a primeira casa é a mais importante casa astrológica de um tema astral, consequentemente Marte será o mais importante planeta em sua vida por alguns dias. Ele lhe concede vitalidade alta e, por fim, você sentirá uma grande necessidade de vencer e de se tornar alguém de destaque em seu campo de atuação.
Neste período, é bastante provável que você venha a se sentir com muito mais energia, com uma disposição especial para batalhar pelos seus projetos pessoais. Lhe parecerá, Mariana, que as coisas estão mais fáceis de serem resolvidas, mas a verdade é que você está num momento em que sua disposição pessoal para lutas está amplificada.
As pessoas poderão sentir em você uma agressividade maior, mas esta qualidade agressiva não é, por si só, boa ou ruim. Tudo depende da forma como você a vive.
A palavra “Marte” vem do latim, e significa “crescer, tornar-se grande”. E esta é a idéia para este ciclo, Mariana: é o momento de lutar por seu lugar ao Sol, o momento de fazer valer sua vontade afirmativa, nem que para isso você precise brigar um pouco mais.
É recomendável que você busque direcionar esta qualidade agressiva de uma maneira objetiva, caso contrário você pode simplesmente usá-la de maneira inadequada, explodindo em raivas ou cometendo atos impulsivos, precipitados. Em geral, recomendo a pessoas que, como você, passam pelo momento de energização marciana, que procurem praticar alguma atividade física neste período, a fim de descarregar o excesso de energia. É um momento bom para o exercício do sexo, conveniente para aproveitar esta “disposição a mais”. Ainda que você não tenha uma parceria sexual, a qualidade energética de Marte é positiva para caso você queira “caçar” pessoas de fora do seu círculo social. Afinal de contas, a energia conquistadora de Marte na Casa 1 não se limita apenas a propósitos materiais. Ela pode ser utilizada para propósitos amorosos, também!
Neste ciclo, você perceberá que estará conquistando as coisas com maior facilidade. Mas fique atento, Mariana: este é um momento altamente individualista, e o preço a pagar é que isto pode perturbar um pouco as suas relações afetivas. Não é um momento em que você está com muita disposição para fazer concessões em nenhum de seus relacionamentos, e é possível que nesta fase algumas pessoas lhe acusem de egoísmo. No final das contas, Mariana, é tudo uma questão de proporção: se você souber aproveitar esta “energia a mais” de uma forma consciente e direcionada, canalizando sua agressividade para onde deve, com finalidades úteis e propósitos definidos, tende a ser um excelente período. A idéia deste ciclo de Marte é a da aceleração da vontade pessoal.
SÍNTESE DO MOMENTO:
Cores recomendadas para o período: vermelho e negro, as cores de Marte que estimularão mais ainda a sua vontade pessoal numa direção afirmativa.
Vida afetiva: este é um momento de muito individualismo, Mariana! Favorece muito o sexo e as novas conquistas, mas cuidado com uma tendência de ficar vendo demais o próprio lado nesta fase.
Vida profissional: excelente momento para lutar por objetivos bem definidos e alcançar resultados concretos para seus esforços.
Saúde: cuidado com febres e com uma pequena tendência a acidentes por conta de atos impulsivos e apressados.
Vida espiritual: este é um dos momentos mais “pé no chão” do seu ano, Mariana. Mas convém não perder o prumo da sua espiritualidade, lembre-se que é importante um tempo para meditar e refletir, caso contrário o mundo, com seus problemas e questões práticas, nos engole!
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Se você ainda não tem EGO ASTRAL, você PRECISA ter!